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SOBRE

O Mútua é um laboratório expressivo e investigativo que tem o fazer, as vivências e as histórias de mulheres e corpos dissidentes como caminho de pesquisa. Como o próprio nome suscita, diz sobre troca, reciprocidade e partilha.

 

Por meio do Mútua, as artistas Lina Mintz e Catarina Maruaia, priorizam as subjetividades e as
poéticas  que surgem no encontro com outras mulheres, em produção colaborativa.  

 

Diálogo, espaço e tempo para se dedicarem ao criar, suporte e recurso para realização e desenvolvimento. Temas complementares à atuação: curadoria, escrita de projetos para editais, conceituação da pesquisa, desenvolvimento técnico, orientação plástica e poética. São aspectos importantes para o desenvolvimento da carreira do artista que o Mútua identifica como uma fragilidade na realidade das mulheres artistas, sobretudo das mães e àquelas em situação de risco financeiro.

O laboratório surge então, afim de promover ações que viabilizem o desenvolvimento de artistas dissidentes e mulheres a partir de pesquisas e reflexões sobre as violências de raça, gênero, classe que atravessam o trabalho e a vivência das artistas mulheres, nas mais diversas realidades e questionando ainda nos espaços por onde a arte transita, a ética, a política e a economia que trate os saberes artísticos como forma justa de trabalho.

As conversas pretendem pensar a arte como agente de transformação e partilha  das narrativas e histórias silenciadas e exercitar falas e escutas que provoquem outros modos de viver.

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QUEM PROPÕE

Fotografia do rosto da artista Catarina Maruaia, mulher branca de cabelos longos, ondulados e pretos. Ela sorri, tomba a cabeça um pouco para o lado esquerdo e usa uma blusa de gola alta. A imagem tem um efeito de bola laranja e branco com a sobra de 3 folhas de samambaia.

Catarina Maruaia

Artista Visual e mestranda na Escola de Belas Artes (UFMG) pesquisa a arte como ferramenta de prevenção e assimilação de violências. Seu trabalho costura por meio da palavra, da performance e outras linguagens, histórias autobiográficas, fragmentos de memórias e invensões pessoais e coletadas. Atua desde 2013 em projetos socioculturais, acumula experiência em elaboração, desenvolvimento e gestão de projetos. Atualmente ocupa a coordenação e curadoria no Instituto Se Toque e no Programa de Extensão e Pesquisa da UFMG, Janela da Escuta.

Lina Mintz

Fotografia do rosto da artista Lina Mintz, mulher branca de cabelos longos, ondulados e pretos. Ela está séria e olha para frente. A imagem tem um efeito de bola laranja e branco com a sobra de 3 folhas de samambaia.

Fotógrafa e gestora cultural, seu trabalho é desenvolvido a partir do encontro, da criação conjunta com mulheres e realizações criativas diversas. Atua desde 2008 na gestão de grupos e coletivos artísticos culturais, adquirindo amplo repertório em processos compartilhados. Em 2013 inicia seu caminho com a fotografia, no qual investiga os corpos, as individualidades e potências das singularidades. Graduada em artes visuais, especializada em gestão cultural, é artista, curadora e coordenadora das atividades do Mútua, do Se Toque e do Makamba Brincante.

PROJETOS

POÉTICAS DO ENCONTRO

o Poéticas do Encontro visa pesquisar a arte realizada por Artistas Latinas a fim de compreender as linguagens da arte relacional, fotografia, performance, criação colaborativa, artes visuais e da arte contemporânea que refletem corpo, gênero, sexualidades e feminismo. Visa ainda proporcionar a reflexão sobre os trabalhos e processos de criação das artistas pesquisadas e das artistas integrantes do grupo em um formato de acompanhamento de produção e residência artística. Trazendo ainda contribuições de pesquisas descoloniais e feministas interseccionais para a ampliação
do olhar nas questões encontradas.

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